sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

PRISCILA




P-R-I-S-C-I-L-A, Priscila. Eu adoro meu nome, foi meu pai quem me deu. Eu não tenho filhos mas já ouvi falar do amor de pai e do amor de mãe e sei que meu nome foi dado com muito amor. Priscila foi um presente.

Uma vez ouvi que Priscila se traduz assim: Peace Rests In Smoothness Calmly Instigating Life Away... Mais um presente... Porque nosso nome, quando evocado, pode ser uma melodia. Nosso nome nos identifica, é nosso. Ouvimos nosso nome o dia inteiro, todos os dias de nossa vida. Prezamos por nosso nome, cuidamos de nosso nome e gostamos de vê-lo limpo. Lutamos para vê-lo no topo das listas boas, lutamos para não vê-lo nas listas ruins. Torcemos para ouvi-lo e às vezes para não ouví-lo... Interessante como nosso nome está em tudo, não é? E é claro que eu gosto do meu nome, gosto quando me chamam, gosto quando me chama... Mas quando eu ouço um sonoro PRISCILA às vezes me assusta, às vezes parece tão grande, afinal Priscila tem 3 sílabas. Quando Priscila é pronunciado parece que meu nome ocupa um tempo maior que o necessário para eu entender que é comigo. Quando ouço Pris... já sei que sou eu, mas depois ainda vem o cila, às vezes desnecessário. Às vezes prefiro Pri, simplesmente Pri. Me chame de Pri, por favor...

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